Dá pra falar alguma coisa depois de ler este poema que minha amiga Cláudia fez?
"Ana voa e povoa o porto do pensamento que voa e se perde no tempo...
O vento de Ana engana, e enverga as árvores felizes que vivem no parque.
Ana é vento forte que despenteia meus cabelos e me faz voar...”
sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Bagucinhas de cabeça...
Eu não faço idéia do que se passa na cabeça de alguém que, ao se acomodar para alguma leitura, coloca juntinho a si um romance moçambicano, uma revista de negócios, uma ficção juvenil autobiográfica cuja capa chamativa é pra uma brincadeira com pôneis e um livro sobre o começo do universo (comparativos entre criacionismo e evolucionismo, enfocando alguns meandros de design criativo e outras coisinhas mais...).
"Acordar não é de dentro. Acordar é ter saída." (João Cabral de Melo Neto)
Resumo da ópera: precisando de adaptar-se à nova (in)disposição de objetos, livros, ferramentais e materiais para extravasar a criatividade - ou as ilimitadas questões "da vida"...
"Acordar não é de dentro. Acordar é ter saída." (João Cabral de Melo Neto)
Resumo da ópera: precisando de adaptar-se à nova (in)disposição de objetos, livros, ferramentais e materiais para extravasar a criatividade - ou as ilimitadas questões "da vida"...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Lupiscínio Rodrigues:
"Poetas, músicos, pintores, atores, gente de todas as cores, façam um favor para mim:
quem souber cantar que cante, quem souber dançar que dance, quem souber tocar apito que apite, quem quiser gritar que grite, mas faça este mundo acordar."
quem souber cantar que cante, quem souber dançar que dance, quem souber tocar apito que apite, quem quiser gritar que grite, mas faça este mundo acordar."
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Saber ou não saber?
Gente, descobri mais uma utilidade das novelas da Globo: dizer na cara-dura o quanto as pessoas são ignorantes. Ou melhor, o quanto o ser-humano é miúdo muitas vezes... E ainda por cima, esse mesmo ser-humano quase nunca reconhece suas limitações e é incapaz de assumir que não sabe tudo, não possui tudo que quer, é invejoso, quer ser um superstar ainda que sem brilho nenhum...
Moral da história de hoje: Nem só de caviar vive o homem.
Moral da história de hoje: Nem só de caviar vive o homem.
domingo, 20 de junho de 2010
Istvan WESSEL
"Açougue não tem cheiro ruim e, se cheira mal, de duas uma: ou lá tem carne estragada ou não o limparam direito."
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Também de Cervantes:
"O não saber um homem ler indica uma de duas coisas: ou que teve nascimento humilde e baixo, ou que foi tão travesso e tão mau, que lhe não pode entrar na cabeça o bom costume nem a boa doutrina."
quinta-feira, 8 de abril de 2010
De uma comédia moderna, de Cervantes:
É como o vidro a mulher;
Mas não é mister provar
Se se pode ou não quebrar,
Porque tudo pode ser.
E é mais fácil o quebrar-se;
Loucura é logo arriscar
A que se possa quebrar
O que não pode soldar-se.
Fiquem nisto, e ficam bem,
Pois nisto o conselho fundo:
Que se há Dânais* neste mundo,
Há chuvas de ouro também.
* O Rei Acrísio, para evitar que se cumprisse o vaticínio de que um seu neto haveria de matá-lo, encerrou Dânae, sua única filha, em uma torre; mas Júpiter, cobiçoso por desfrutar sua beleza, o conseguiu transformado em chuva de ouro.
Mas não é mister provar
Se se pode ou não quebrar,
Porque tudo pode ser.
E é mais fácil o quebrar-se;
Loucura é logo arriscar
A que se possa quebrar
O que não pode soldar-se.
Fiquem nisto, e ficam bem,
Pois nisto o conselho fundo:
Que se há Dânais* neste mundo,
Há chuvas de ouro também.
* O Rei Acrísio, para evitar que se cumprisse o vaticínio de que um seu neto haveria de matá-lo, encerrou Dânae, sua única filha, em uma torre; mas Júpiter, cobiçoso por desfrutar sua beleza, o conseguiu transformado em chuva de ouro.
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